quarta-feira, 13 de abril de 2011


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Li um livro fantástico de ontem pra hoje, chamado Depois daquela viagem. Foi engraçada a história de como ele apareceu aqui em casa. Antes de ontem meu pai o trouxe e comentou comigo que falava de uma garota que na adolescência contraiu o vírus da AIDS, mas que ia dar uma olhada antes pra ver se eu podia ler. Pode uma coisa dessas?? Na hora eu não quis me estressar muito. Quando eu cheguei do cursinho ontem vi que meu pai ainda não tinha guardado e que estava em cima da mesa. Peguei e li a tarde inteira. Li metade do livro e achei ainda mais patética a preocupação do meu pai, não tem nada que precise ser censurado, pelo contrário, acho que todos os jovens deveriam ter acesso, além de ser uma ótima história, muito bem narrado, trata sem vulgaridade de diversos tabus, além da AIDS, sexo, masturbação, racismo. Acabei há alguns minutos o livro e recomendo para todos os públicos! Ontem eu conversei com o meu pai, quando ele já estava convencido que exagerou eu mostrei que já tinha lido metade do livro e ele quase surtou! Também detesto quando tentam mandar em mim, bem feito pra ele, pelo menos não fui só eu quem aprendeu com esse livro! :')






"Respirei fundo e olhei pra baixo, e foi aí que eu  vi, lá, muito longe, a cidade na qual eu estava. Os prédios pequenos, as casas minúsculas, os carros microscópicos... e as pessoas? As pessoas, não dava pra vê-las. E foi aí que eu percebi o quão pequeno nós somos. In-sig-ni-fi-can-tes! Comecei a rir. Ri de todos os meus problemas. Ri de todos os meus medos. Ri dos meus sonhos e dos sonhos de todo mundo. Ri de mim mesma. E ri de toda a humanidade. E continuei a rir. Ri tanto que joguei a cabeça pra trás e, sem pensar, dei de cara com o céu e aí comecei a imaginar. Deus sentado lá em cima olhando pra baixo.  O que é que ele veria de tão alto? Ele não veria nada. Não enxergaria ninguém. Quase chorei." (Valéria Piassa Polizzi, Depois daquela viagem)

quinta-feira, 24 de março de 2011


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"Antigamente eu achava a Sally muito inteligente, mas só de burro que eu sou. Só porque ela entendia de teatro, e peças, e literatura e todo esse negócio. Quando as pessoas sabem um bocado sobre essas coisas, a gente leva um tempão para descobrir se são burras ou não." (J. D. Salinger, O apanhador no campo de centeio)

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"Como nômades saltam os velhos anseios
Que a correia da doma deixara irritados;
Novamente das brumas do sono nos seios,
Os instintos da fera serão despertados."
(Jack London, O chamado da floresta)

sexta-feira, 18 de março de 2011


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Comprei uma camisa com essa estampa hoje! 

quarta-feira, 9 de março de 2011


Comidas fofas ♥

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Nada a ver esse post, mas são tããããão fofas! 

terça-feira, 8 de março de 2011


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"E eles esqueceram que não eram iguais às demais crianças, esqueceram que não tinham pai, nem mãe, que viviam de furto como homens, que eram temidos na cidade como ladrões. Esqueceram as palavras da velha de 'lorgnon'. Esqueceram tudo e foram iguais a todas as crianças, cavalgando os ginetes do carrossel, girando com as luzes."
-  Jorge Amado, Capitães de areia

quinta-feira, 3 de março de 2011


Nada de novo no front

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Muito bom esse livro!! E o título é bem digno da atual situação do meu blog meio abandonado... Mas enfim, a história se passa na Primeira Guerra Mundial (a que eu mais gostei de estudar ^^) o jovem Paul é o narrador. O que impressiona é a realidade muito impactante que o autor expõe os acontecimentos, só quem já foi mesmo à guerra sabe dizer, e de fato ele foi. O Remarque lutou e escreveu vários livros anti-guerra depois, esse é o mais famoso deles. Durante a Segunda Guerra, esse livro era queimado aos montes nas praças pelos nazistas e Hitler cassou sua nacionalidade alemã, ele foi obrigo a sair da Alemanha até as coisas se acalmarem. Massa né? O livro é muuuuuuuuuuuuuito bom, recomendo com certeza!

Trechos legais do livro:

"Tínhamos dezoito anos e estávamos começando a amar a vida e o mundo e fomos obrigados a atirar neles e destruí-los. A primeira bomba, a primeira granada explodiu em nossos corações."

"As pernas se recusam a nos obedecer, as mãos tremem, o corpo é apenas uma pele fina que recobre a loucura mal contida, mascarando um rugido sem fim, que quase não se pode conter."

"(...)pois já notei que se consegue suportar o horror enquanto se dissimula, mas que ele mata quando nele se pensa." 

Que Personagem de Card Captor Sakura vc é?

Teste 
  feito no VICKYS.com.br

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